sábado, 26 de julho de 2008

WORKSHOP DE AVALIAÇÃO

As apresentações das colegas de meu grupo do Workshop, foram muito significativas para mim. Observei que assim como eu praticamente todas tiveram algum tipo de dificuldade durante o semestre, mas nem por isso deixaram de fazer as atividades propostas pelo curso.

Percebi a satisfação da banca com a apresentação de trabalhos bem elaborados, assim como a apreensão de todas as colegas, antes das respectivas apresentações.

A colega Bruna nos mostrou que alcançou os objetivos de seu PIE, com demonstrações de cartazes com fotos e trabalhos de seus alunos, a mesma procurou uma turma de catequese para melhorar a questão da oratória, e aplicar atividades realizadas durante o semestre, deixando claro para os demais a satisfação com os objetivos alcançados.

As colegas Catiane Vargas e Andréia Borges me impressionaram pela firmeza com que colocavam os fatos aos demais, assim como pela forma dinâmica de trabalhar os conceitos de tempo e espaço, através de brincadeiras na pracinha, no caso da Andréia, já que trabalha com crianças menores, e Catiane com realização de técnica com caixas que variavam de tamanhos para garantir uma posição referente à País, Estado, Município e etc.


Na minha apresentação procurei resumir o que havia colocado na Síntese do Portfólio, falando dos conceitos de tempo e espaço, estudado em todas as interdisciplinas durante o IV eixo, assim como as atividades que realizei durante o semestre e que foram de suma importância para o meu crescimento, destacando os estudos do seminário integrador onde aprendi que o educador deve ser um mediador, criando possibilidades para que o aluno possa compreender o meio em que está inserido. Por motivos de força maior minha apresentação não foi bem como programei.

As considerações feitas pela banca sobre minha apresentação foram muito significativas para mim, apesar de não compreender no ato, após refletir me apeguei apenas nos aspectos positivos de tudo o que ocorreu. E como esse curso realmente é prioridade pra mim, reorganizei meu tempo novamente dando ênfase as atividades que deveria realizar neste período. E para os próximos semestres as atividades do continuarão sendo prioridade em minha vida.


Estudos realizados em Matemática

Na interdiscipina de Representação do Mundo pela Matemática estudamos a importância de inserir no estudo questões que levam os educandos a pensarem em possibilidades para a resolução dos problemas e não apresentar um caminho programado para a resposta.

No início do semestre trabalhamos Classificação e Seriação destacando seus conceitos:

Classificação é a atividade de agrupar, separar ou juntar elementos por suas semelhanças

Seriação é a habilidade para colocar objetos segundo uma determinada ordem, de acordo com um critério previamente escolhido, como altura, comprimento, peso ou tonalidade.

Vimos também que os números estão presentes em nossas vidas em todas as situações e normalmente não nos damos conta de como são importantes, a começar pela idade, nossa data de nascimento, documentos pessoais como RG, CPF, Carteira de Motorista, em todos esses, temos presentes os números para nos identificar. O mesmo acontece com o número de nossas casas, o CEP, os telefones, o relógio, o calendário, o dinheiro, enfim, sem os números nossa vida se tornaria uma grande confusão, pois teríamos que aprender a viver sem eles.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

PERGUNTAS

Após assistir ao vídeo “SABER E SABOR” e ler os textos indicados pude relatar que:

O professor deve ser um mediador de aprendizagens, mas antes disso, também deve ser um observador, ou seja, observar seus alunos, deixando que exponham suas dúvidas, deixando que os mesmos falem, sem que sejam interrompidos, e dessa observação, o professor deverá tirar a sua proposta de trabalho, já que através de dúvidas e perguntas dos alunos pode-se criar uma vasta rede de investigação.

Ser um professor / observador / mediador é abrir mão de ser o centro das atenções em sala de aula, e sim ser uma “ferramenta” na aprendizagem dos alunos, apenas criar situações e questões que geram conflitos, mantendo presa a atenção dos alunos, já que “a inteligência só funciona quando se defronta com o desafio”.

O professor deve tomar certo cuidado, já que está sendo observado e avaliado a todo instante pelos educandos, para passar uma imagem de adulto questionador, pois as crianças “copiam” (se identificam) com seu comportamento. Passando a idéia de que sabemos tudo, dando-os todas as respostas, estaremos negando a elas o prazer de descobrir suas próprias respostas.

Certamente devemos instigar os educandos a pensar através de seus questionamentos e as respectivas respostas, já que não existem perguntas “bobas”, elas nos mostram as dimensões dos conhecimentos dos alunos, mas de nada adianta, lançarmos perguntas aleatórias, mas sim seguirmos uma seqüência, contribuindo para a compreensão do assunto abordado, de maneira prazerosa.

Mesmo que concordamos com as respostas que os alunos nos dão, devemos questionar estas respostas, para que o aluno passe de um mero expectador, para “dentro” do assunto abordado.

Todos nós professores queremos que os educandos sejam capazes de pensar, mas para que isso aconteça, devemos incentivá-los a pensar, raciocinar, a irem atrás de respostas.

Realmente a escola deve ser um local onde as crianças se sintam bem, e sintam prazer em estar e fazer suas descobertas, enfim um local onde perguntar não é feio nem bobagem, como coloca Roberta Manfredini em sua participação no fórum.

Destaco aqui a fala de Rubem Alves no vídeo “Saber e Sabor”, quando diz:

“O grande segredo da educação está na cabeça dos professores... só teremos uma educação transformada quando considerarmos nossos alunos grandes companheiros da aventura de viver”.

FAZENDO A DIFERENÇA

O estudo de Ciências no Ensino Fundamental colabora para o educando compreender as transformações do mundo, bem como, ter consciência de que como integrante desse ambiente se torne um pouco responsável pela intromissão do homem no planeta.

As aulas de Ciências também favorecem para a conscientização das crianças, podendo mudar hábitos comuns como, por exemplo, o desperdício de água, tanto durante o banho, como em torneiras pingando, enfim pequenos atos que se conseguirmos mudar em nossos alunos, certamente estará atingindo também os seus pais, familiares e amigos.

Com atitudes como essas estarão contribuindo para a conservação de nosso planeta e com certeza, fazendo a diferença.

Em um minuto!.........


Basta um minuto
Um minuto serve para você sorrir: Sorrir para o outro, para você e para a
vida.
Um minuto serve para você ver o caminho, olhar a flor, sentir o cheiro da flor, sentir a grama molhada, notar a transparência da água.
Basta um minuto para você avaliar a imensidão do infinito, mesmo sem poder entendê-lo.
Em um minuto apenas você ouve o som dos pássaros que não voltam mais.
Um minuto serve para você ouvir o silêncio, ou começar uma canção.
É num minuto que você dará o sim que modificará sua vida... e basta.
Basta um minuto para você apertar a mão de alguém e conquistar um novo amigo.
Em um minuto você pode sentir a responsabilidade pesar em seus ombros: a tristeza da derrota, a amargura da incerteza, o gelo da solidão, a ansiedade da espera, a marca da decepção e a alegria da vitória... Quanta vitória se decide num simples momento, num simples minuto!
Num minuto você pode amar, buscar, compartilhar, perdoar, esperar, crer, vencer e ser...
Num simples minuto você pode salvar a sua vida...
Num pequeno minuto você pode incentivar alguém ou desanimá-lo!
Basta um minuto para você recomeçar a reconstrução de um lar ou de uma vida.
Basta um minuto de atenção para você fazer feliz um filho, um aluno, um professor, um semelhante...
Basta um minuto para você entender que a eternidade é feita de minutos.

SOFTWARE EDUCATIVO

As crianças de hoje tem contato com tecnologias e informática desde muito cedo. Muitas mesmo antes de ingressar na escola já manipulam computadores com muita facilidade.
O uso das tecnologias na aprendizagem é apropriado, pois diante de dúvidas e/ou erros os alunos são incentivados a continuar buscando alternativas para resolver as questões propostas, sem criar situações constrangedoras diante do professor e colegas.
O Software Educativo torna a aprendizagem encantadora, através de seus aspectos lúdicos, fazendo com que o educando compreenda mais facilmente os conteúdos.
Cabe ao professor fazer avaliações dos softwares educativos que estão disponíveis aos seus alunos, sempre optando por softwares desafiadores, que provocam atitudes críticas, criativas e questionadoras.
Durante os estudos sobre softwares educativos também vimos que para que ocorra uma aprendizagem significativa devemos utilizar os softwares em nossas aulas com os objetivos bem claros.

terça-feira, 22 de julho de 2008

TEMPO E ESPAÇO X DESEQUILÍBRIO

A interdisciplina de Ciências trabalhou conceito tempo e espaço voltado para o meio em que vivemos. O que fazemos para manter o equilíbrio e a harmonia desse ambiente. Questão essa que mostrou claramente no vídeo BALANCE.

Ao assistir o vídeo refleti muito sobre a questão Tempo e Espaço X Desequilíbrio, já que cada um de nós ocupa o seu “espaço” e para vivermos em harmonia, ou seja, em equilíbrio, devemos estar engajados nas regras sociais, pois atos isolados irão ocasionar um desequilíbrio.
Da mesma forma acontece com a natureza, as ações do homem afetam diretamente o meio ambiente, e que problemas que estamos tendo agora, se não cuidarmos mais do nosso planeta, as futuras gerações terão muito mais.
Por isso devemos medir nossas ações, pois, se cada um fizer a sua parte teremos um ambiente melhor pra viver.

Aprendizagens em Estudos Sociais

Os conceitos de tempo e espaço podem ser trabalhados de forma integrada, para isso devemos elaborar um planejamento onde isso se torne possível.
Precisamos valorizar as crianças dando espaços para que elas participem ativamente das aulas. A interdisciplina de Representação do Mundo pelos Estudos Sociais nos mostrou a importância do educando identificar grupos sociais, bem como seu valor nos grupos em que está inserido.
Criei uma linha do tempo com meus alunos, que foi muito significativa a realização desta atividade, já que as crianças foram desenvolvendo a noção de ordenação do tempo, para se situar no seu contexto histórico.
Outra questão importantíssima na interdisciplina foi, além de trabalhar o meio em que a criança está inserida, também estudarmos outros grupos sociais, seus hábitos, costumes, crenças, enfim, instigarmos os alunos a pensar... Pensar que além de seu bairro tem mais bairros na cidade, e que as pessoas podem não ter os mesmos costumes e hábitos que os seus.
Que todas as pessoas fazem partes de grupos sociais, inclusive elas mesmas, que cada pessoa pode estar inserida em vários grupos sociais, tais como: família, escola, trabalho e etc.
E assim trabalhei noções de tempo e espaço respectivamente, da maneira mais simples e divertida possível, pois, como diz Rubem Alves no vídeo Saber e Sabor:
“A memória é como um escorredor de macarrão, as coisas que não nos dão prazer elas escorrem, desaparecem”.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Conceito de Tempo e Espaço

Durante as atividades do IV eixo construí um novo conceito de tempo e espaço, onde percebi que não há como separar os mesmos, pois eles estão interligados e foi visto claramente, já que todas as interdisciplinas trabalharam “juntas” nos mostrando a importância do educando compreender o meio em que está inserido.

Antes dos estudos deste semestre, trabalhar tempo e espaço para mim limitava-se à compreensão dos mesmos em atividades corporais, vivenciando noções de tempo, como ontem e hoje, antes e depois; e de espaço como em cima e embaixo.

Confesso que no início do semestre ficava me perguntando:

Como desenvolver atividades para as crianças trabalhando essas noções?

É possível trabalhar noções de tempo e espaço em uma mesma atividade?

Hoje, após os estudos realizados, sei que as noções de tempo e espaço estão presentes em todas as áreas do conhecimento, e que devemos trabalhar tais conceitos partindo de fatos marcantes da vida dos alunos e suas experiências, sempre respeitando as fases de desenvolvimento em que a criança se encontra, tais como:

As noções de espaço se dividem em quatro fases:

Espaço Perceptivo – As crianças começam a desenvolver noções como longe, perto, esquerda, direita, em cima, em baixo...

Espaço Representativo - É a fase em que a criança desenvolve a função simbólica, sendo capaz de substituir uma ação por um símbolo, surgimento da linguagem.

Espaço intuitivo: É quando a criança é capaz de compor uma ordem, seja de fatos ou de objetos, no entanto, não consegue construí-la na ordem inversa.

Espaço operatório: É quando ela consegue construir uma ordem de fatos ou objetos e também modificar facilmente esta ordem.

As noções de tempo dividem-se em três fases:

Estágio sensório motor: A criança começa a utilizar e identificar o antes e o depois, mas não identifica o processo de continuidade do tempo.

Estágio intuitivo: A criança ainda não consegue identificar a ordem sucessiva dos fatos, nem coordenar a duração dos mesmos, agindo por tentativas de ensaio e erro.

Estágio operatório: A criança começa a construir noções de ordem e sucessão, percebendo que os fatos possuem duração, simultaneidade e continuidade.

Plano de Individual de Estudo

Assim que recebi a proposta de elaborar um Plano Individual de Estudo (PIE), logo pensei em quais eram realmente os meus objetivos, para que minha caminhada no Pead se torne mais proveitosa.

Os objetivos são claros, como:

Superar minha dificuldade de falar em público, me colocando com mais autonomia e confiança;

Participar de grupo de estudo, semanalmente para realização de leituras dos textos propostos, com trocas de experiências e compartilhamento de dúvidas existentes;

Para alcançar meus objetivos comecei organizando melhor meu tempo, já conseguindo fazer leitura diária de textos indicados.

Já com relação ao grupo de estudos, não fui feliz em minhas tentativas, já que para a realização deste objetivo não depende só de minha vontade. Como não consegui organizar o grupo de estudo para o IV eixo, deixo registrado aqui o meu comprometimento em seguir o PIE nos próximos eixos.

Da mesma forma, com relação a oralidade, ainda necessito me organizar para que consiga falar em público com mais firmeza. Isso já era um objetivo pessoal meu há muito tempo que com o PIE pude colocar em evidência.

A elaboração do PIE me fez refletir sobre minha prática docente e minhas metas desde o término do curso do Magistério até os dias de hoje. Dessa reflexão percebi que minhas metas tinham ficado um pouco de lado, mas agora as retomei e com certeza vou atingi-las, conforme for me dedicando cada vez mais aos estudos.